Quando se fala em MPB, é comum lembrarmos de grandes nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Elis Regina e muitos outros que gravaram clássicos da música brasileira. No entanto, o século XXI já possui seus próprios nomes da música nacional, um mercado que não para de crescer.
A internet tornou possível a disseminação da música de uma forma impensável décadas atrás, quando surgiram os grandes artistas da MPB citados no começo deste post. A facilidade de mostrar o próprio trabalho e de acessar diferentes tipos de referências de todo o mundo faz com que essa nova geração da MPB seja mais eclética e muito mais difícil de rotular do que as gerações anteriores. Não existem mais estilos extremamente definidos, mas uma grande mistura de ritmos, o que apenas valoriza e ressalta a cultura tão diversificada do nosso país.
A cantora Céu é umas das mais representativas dessa geração. “O rótulo da MPB ficou limitado. Ele é bem abrangente, afinal é música popular brasileira. E me considero isso. Quando vou fazer um som, me alimento do que gosto e, como muitos outros da minha geração, me alimento não só de coisas específicas. Gostamos de ouvir música da Jamaica, agora estou escutando música etíope. Não penso que música estou fazendo. Simplesmente faço um som”, disse a cantora em 2007, enquanto divulgava seu primeiro disco nos EUA, onde vendeu 30 mil cópias só nas duas primeiras semanas.
Assim como ela, outras mulheres têm se destacado nesse novo cenário musical nacional, como Maria Rita, Mariana Aydar, Ana Cañas e a jovem Mallu Magalhães.

Outros artistas também têm feito sucesso misturando ritmos variados, como Blubell, Juliana R., Érika Martins e a banda Vanguart.

Mariana Aydar

BlueBell

Juliana R.

Érika Martins

Ana Cañas


Mallu Magalhães e Vanguart